·1 min de leitura

FFT vs filtros aprendidos — um esboço

Por que comparar features clássicas de EEG com filtros end-to-end — e como a matemática entra no argumento.

A ideia é simples: num dataset público de EEG, comparar extração clássica (FFT / wavelets + IIR/FIR) com filtros aprendidos end-to-end (tipo SincNet). Acurácia importa; latência e robustez a ruído também.

O sinal no domínio da frequência

A transformada discreta de Fourier de uma janela :

é o ponto de partida da pipeline clássica. Em banda útil de EEG (digamos em –), a energia em vira feature — barata, interpretável, e fácil de rodar em ESP32.

O que muda com filtro aprendido

Em vez de escolher de um IIR à mão, a rede aprende kernels no tempo. O trade-off típico:

Clássico Aprendido
Interpretabilidade alta baixa
Custo em edge baixo depende
Dados necessários pouco mais

O experimento não precisa “provar” que um ganha sempre — precisa medir onde cada um quebra (SNR baixo, drift de eletrodo, latência).

Próximo passo

Dataset escolhido, protocolo fixo, tabela de métricas. O paper (e o e-mail de contato) saem daí — não do slide.