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FFT vs filtros aprendidos — um esboço
Por que comparar features clássicas de EEG com filtros end-to-end — e como a matemática entra no argumento.
A ideia é simples: num dataset público de EEG, comparar extração clássica (FFT / wavelets + IIR/FIR) com filtros aprendidos end-to-end (tipo SincNet). Acurácia importa; latência e robustez a ruído também.
O sinal no domínio da frequência
A transformada discreta de Fourier de uma janela :
é o ponto de partida da pipeline clássica. Em banda útil de EEG (digamos em –), a energia em vira feature — barata, interpretável, e fácil de rodar em ESP32.
O que muda com filtro aprendido
Em vez de escolher de um IIR à mão, a rede aprende kernels no tempo. O trade-off típico:
| Clássico | Aprendido | |
|---|---|---|
| Interpretabilidade | alta | baixa |
| Custo em edge | baixo | depende |
| Dados necessários | pouco | mais |
O experimento não precisa “provar” que um ganha sempre — precisa medir onde cada um quebra (SNR baixo, drift de eletrodo, latência).
Próximo passo
Dataset escolhido, protocolo fixo, tabela de métricas. O paper (e o e-mail de contato) saem daí — não do slide.